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Mercosul Line planeja investir em logística portuária

  • A Tribuna
  • 14 de jul. de 2016
  • 2 min de leitura

Aumentar a participação nos mercados do sul do continente e ampliar a cartela de serviços logísticos ao cliente. Estes são os objetivos da nova CEO da Mercosul Line, Cristiane Marsillac, que esteve em Santos, ontem, para participar do batismo do novo porta-contêineres da companhia, o Mercosul Itajaí. O evento aconteceu no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, administrado pelo Concais.


Engenheira naval e oceânica, mestre em Transportes Marítimos, pós-graduada em engenharia econômica e administração industrial, com especializações nos Estados Unidos, Cristiane acumula mais de duas décadas no mercado. Ela acredita em novos serviços como soluções em meio à economia desaquecida.

Com a chegada da nova embarcação, adquirida por R$ 200 milhões e capaz de transportar 2,5 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), a frota da companhia chega a quatro navios, todos voltados à cabotagem (modalidade de navegação costeira entre portos).


O Itajaí inaugura um novo serviço e fará escalas nos portos de Buenos Aires, Rio Grande (RS), Navegantes (SC), Santos, Suape (PE), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). “Ele trará um volume adicional, justamente na rota de subida (Sul ao Norte). Essa é nossa grande aposta, uma vez que a rota contrária apresentou queda”.


Colocar mais um navio para atender à cabotagem brasileira também poderá ajudar na competitividade do setor e na disputa entre modais, de acordo com a nova CEO. Segundo ela, transportar a mercadoria por navio é mais barato 30% para Manaus e 18% aos portos do nordeste, em comparação ao transporte rodoviário.


“Na hora que o cliente migra de modal, requer ampliação do seu planejamento e esse é um mercado que também crescerá”. Por isso, Cristiane também acredita na capacidade da empresa em combinar, sob demanda, a cadeia logística e manter para 2016 a movimentação de 130 mil TEU alcançados no período anterior.


A assinatura da nova CEO em ampliar os serviços além transporte marítimo é complementar ao trabalho do antecessor, Roberto Rodrigues, que após seis anos no cargo, assume a superintendência na América Central da Maersk Line, dona da Mercosul.


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