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Malha ferroviária que passava por 8 capitais do NE, hoje atende somente três

  • 180 graus
  • 5 de jul. de 2016
  • 1 min de leitura

Uma reportagem especial publicada no site Jornal do Commércio nesta terça-feira (05/07) enfatizou a drástica redução da malha ferroviária no Nordeste, diante do processo de privatização. Dos 4.679 quilômetros de ferrovia, apenas 1,2 mil quilômetros funcionam regularmente hoje, entre os estados do Ceará, Piauí e Maranhão, levando cargas aos portos de Itaqui (MA) e Mucuripe (CE). Em 1997, a malha interligava as capitais de oito estados.


Com a privatização, informa JC, foram estabelecidas medas de aumento do transporte de cargas e redução de acidentes para a exploração do serviçoferroviários. Ano passado apenas 564,3 milhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) foram transportadas, quantidade que antes da privatização chegava a 1,2 bilhão de TKU.


Nem mesmo o crescimento da economia do Nordeste impulsionou o serviço ferroviário. JC lembra que o Porto de Suape saiu de uma movimentação de 4,3 milhões de toneladas de carga, em 2005, para 19,7 milhões de toneladas, ano passado.


Fernando Jordão, ex-superintendente da Rede Ferroviária Federal, destacou em entrevista ao site que não compreende a prioridade que é dada ao transporte rodoviário, no Nordeste. “Em lugar nenhum do mundo se privilegia o transporte rodoviário como ocorreu Nordeste, principalmente quando se tinha uma ferrovia centenária. A solução messiânica foi a Transnordestina. Agora, não tem mais a antiga e nem a nova saiu do papel”, afirmou.


CONSTRUTORAS SÃO GRANDES DOADORAS JC reforça ainda que outro fator que contribuiu para a prioridade com as rodovias está relacionado às campanhas eleitorais. As construtoras se tornaram as principais doadoras.


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